Dario Palhares, Médico
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Dario Palhares

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Dario Palhares, Médico
Dario Palhares
Comentário · há 9 meses
Essa nova reforma da Previdência deixou de discutir um elemento constitucional importantíssimo: a proteção e o amparo social ao idoso. Idoso é quem tem mais de 60 anos, tanto pela Constituição como pelo Estatuto do Idoso.

É bem verdade que muitas pessoas aos 60 anos são plenamente produtivas, mas a grande maioria já sente o peso da idade. Também é verdade que as pessoas vivem mais, mas o fato de viverem mais não quer dizer que vivam com o mesmo vigor da meia-idade, e sim que a velhice tem tido uma duração maior, em grande parte pelo avanço da Medicina.

Ou seja, reter uma aposentadoria nos primeiros cinco anos de velhice de um idoso atenta contra os fundamentos sociais da nossa Constituição. Imagine alguém que aos 60 já contribuiu com bem mais de 15 anos, mas perde o emprego. Essa pessoa muito dificilmente irá conseguir recolocação profissional, então, terá que viver 5 anos sem renda até poder se aposentar?

Isso é de uma crueldade tremenda.

E isso deve ser questionado, seja politicamente, seja judicialmente. Algum tipo de aposentadoria o idoso (ou seja, quem completou 60 anos) deveria ter acesso, principalmente depois de décadas contribuindo para o sistema previdenciário.

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Adriano Sotero Bin
Comentário · ano passado
Máxima vênia ao autor, mas o texto já começa com uma premissa equivocada: não existe "A Ciência". O que existe são cientistas que seguem métodos de pesquisa diferentes. Estes métodos podem ser totalmente falhos, parcialmente falhos e totalmente corretos. Estes cientistas são pessoas de carne e osso que tem suas particularidades, seus defeitos, suas ambições, seus salários, suas opções políticas. Portanto, não prospera a ideia de "ciência" contra gestores públicos.

Nesta linha de raciocínio, muitos cientistas e, principalmente, especialistas em medicina divergem sobre o tratamento sobre a Covid-19. Inclusive muitos defenderam o uso da cloroquina etc. e a ineficácia de máscaras e o lockdown.

Ademais, o próprio autor entrou em contradição. É correto o exposto que é o médico ao tratar seu paciente que tem a palavra sobre o melhor tratamento a ser feito. É o exame dos efeitos clínico que determina o melhor tratamento. Isso inclui o uso dos remédios (lembremos da cloroquina e outros) que o médico diante do paciente verifica a melhora da saúde do paciente. Então, como o autor alega que o médico possui esta liberdade, mas é ruim utilizar os remédios e somente a vacina funciona?

Dispensável alongar o argumento que as vacinas lançadas no mercado foram feitas apressadamente, forçando o natural aprimoramento necessário para a sua eficácia.

É uma pena autor ter incorrido em um sofisma de viés confirmatório ao relatar apenas aquilo que lhe interessava sobre a Covid-19, além de esquecer salutares premissas epistemológicas sobre o método científico. Também utiliza de hiperbóles para dar um efeito dramático (técnica de retórica) sobre a presente situação. O autor engrandeceria muito a reflexão sobre Medicina, Direito, Filosofia e Sociologia se não optasse utilizar tais artíficios que talvez funcionem perante um Tribunal do Juri ou magistrados desavisados. Porém, não funciona para um reflexão mais aprofundada que envolve diversos saberes.

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